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Mato-grossense Feminino coloca R$ 1,5 milhão em disputa e aumenta briga pelo titulo

Várzea Grande, Operário-VG e Sorriso tentam quebrar o domínio de Mixto e Ação e sonham com uma vaga no Campeonato Brasileiro Feminino da Série A3 em 2027

Data: 31/08/2026 - Por: Da Redação


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   Crédito Foto: Divulgação

O Campeonato Mato-grossense Feminino da Primeira Divisão promete uma disputa ainda mais importante a partir do fim de setembro. Além do título estadual, os clubes terão como objetivo terminar entre os três primeiros colocados para buscar uma premiação de R$ 1,5 milhão, vinculada à participação em competição nacional.

Várzea Grande Esporte Clube, Operário-VG e Sorriso Esporte Clube chegam ao campeonato com a missão de desafiar Mixto e Ação/Santo Antônio, que aparecem novamente como os principais candidatos à conquista do Estadual.

A diferença de investimento, estrutura e experiência nacional coloca Mixto e Ação um passo à frente na corrida pelo título. Ainda assim, a premiação destinada ao terceiro colocado cria um incentivo importante para os demais participantes.

Terceiro colocado terá vaga nacional

O regulamento aprovado no Arbitral Técnico prevê que o clube que terminar o Estadual na terceira posição receberá R$ 1,5 milhão em recursos da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

O dinheiro será destinado ao projeto que representará Mato Grosso no Campeonato Brasileiro Feminino da Série A3 de 2027.

A regra aumenta o valor da disputa pelo terceiro lugar. Isso porque Mixto e Ação já possuem seus espaços garantidos no futebol nacional, respectivamente nas Séries A1 e A2.

Dessa forma, caso as duas equipes terminem o campeonato nas primeiras posições, a terceira colocação será suficiente para colocar outro clube mato-grossense em uma competição brasileira.

Favoritas tentam manter hegemonia

Mixto e Ação vêm ocupando posição de destaque no futebol feminino de Mato Grosso nos últimos anos. Com maior capacidade de investimento e estrutura, as duas equipes novamente partem como favoritas.

O Mixto, conhecido como Alvinegro da Vargas, disputa a elite nacional, enquanto o Ação/Santo Antônio possui presença na Série A2. A experiência adquirida nas competições brasileiras é outro fator que pesa a favor das duas equipes.

Além disso, ambas já têm garantidos recursos de R$ 1,5 milhão para a próxima temporada, o que proporciona maior estabilidade para a preparação de seus projetos.

Várzea Grande conhece o caminho

O Várzea Grande já sabe o impacto que uma boa campanha estadual pode provocar.

Na última temporada, quando ainda utilizava o nome Operário Futebol Clube, a equipe terminou como vice-campeã e garantiu os recursos de R$ 1,5 milhão para disputar a competição nacional de acesso à Série A2.

A campanha brasileira, porém, terminou ainda na primeira fase. O clube não conseguiu avançar na busca pelo acesso, mas a participação serviu como experiência para o projeto.

Agora, com a mudança de denominação para Várzea Grande Esporte Clube, a equipe volta ao Estadual tentando repetir a campanha e, quem sabe, alcançar novamente uma oportunidade no cenário nacional.

Operário-VG mira recuperação

O Operário-VG também chega ao campeonato com uma motivação financeira importante. O clube atravessa dificuldades administrativas e financeiras, e a possibilidade de conquistar novamente uma premiação milionária pode ser fundamental para a manutenção e evolução do projeto feminino.

Uma vaga nacional representaria não apenas visibilidade, mas também a possibilidade de contar com recursos para montagem do elenco e preparação para a temporada seguinte.

O Sorriso, por sua vez, aparece como outra equipe que pode tentar surpreender. Com uma campanha consistente, o time poderá entrar de vez na briga pelas primeiras posições e pelo prêmio oferecido ao terceiro colocado.

Estadual ganha importância estratégica

A competição terá, portanto, dois grupos com objetivos diferentes. Mixto e Ação entram buscando confirmar o favoritismo e disputar o título, enquanto Várzea Grande, Operário-VG e Sorriso tentam superar as diferenças existentes para alcançar o pódio.

Mais do que uma medalha ou uma posição na tabela, terminar entre os três primeiros poderá significar uma transformação no planejamento de um dos clubes.

Se Mixto e Ação confirmarem o favoritismo e ocuparem as duas primeiras posições, o terceiro colocado ficará com o prêmio de R$ 1,5 milhão e a oportunidade de representar Mato Grosso no Campeonato Brasileiro Feminino da Série A3 de 2027.

Com isso, o Estadual Feminino promete uma disputa que vai muito além da taça. Para os clubes considerados coadjuvantes, está em jogo a chance de conquistar recursos, ganhar espaço no futebol nacional e fortalecer seus projetos para as próximas temporadas.










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