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MATO-GROSSENSE

Botelho garante suporte aos trabalhadores de reciclagem de materiais

Capacitação às cooperativas é uma das reivindicações. Deputado prestigia da dedicação das trabalhadoras com Moção de Aplausos

Data: 20/03/2024 - Por: Da Redação


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Na terça-feira (19), uma delegação composta por agentes de materiais recicláveis, acompanhada pela defensora pública Kelly Christina Veras Otácio Monteiro, foi recebida pelo deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso - ALMT. Na pauta do encontro, realizado na Presidência da ALMT, estavam solicitações de apoio para viabilizar cursos de capacitação técnica e emendas para a aquisição de equipamentos, como prensas e empilhadeiras.

Botelho anunciou a realização de uma sessão especial para a entrega de Moção de Aplausos às agentes ambientais que trabalham com reciclagem de materiais. A homenagem foi solicitada pela primeira-dama do Legislativo, Sônia Meira Botelho.

A presidente da Cooperativa de Trabalho União de Catadores de Materiais Recicláveis de Cuiabá - Coopunião, Andressa Rocha Brasil Gomes, reuniu todas as demandas em um ofício entregue ao deputado. Ela enfatizou a importância da aquisição de equipamentos como prensas e empilhadeiras para melhorar a produção de materiais recicláveis. Botelho se mostrou receptivo às solicitações, afirmando que a ALMT está à disposição para trabalhar em emendas estaduais e federais para garantir a compra dos equipamentos necessários.

Outras cooperativas também apresentaram suas necessidades durante o encontro. A Cooperativa Chapadense de Materiais Recicláveis - Coopchamar, de Chapada dos Guimarães, solicitou apoio para ações de Educação Ambiental, enquanto a Cooperativa dos Catadores do Pedra 90 - Coorepan, destacou a importância do descarte correto de materiais e a necessidade de equipamentos para melhorar seu trabalho.

A situação dos agentes de reciclagem em Cuiabá foi discutida durante a reunião, especialmente após o fechamento do antigo lixão da cidade em 2022. O novo aterro sanitário, o Eco Parque Pantanal, foi construído no bairro Pedra 90. Os agentes ambientais buscam apoio para se restabelecerem nesse novo contexto.

A defensora pública Kelly Christina ressaltou o apoio necessário para capacitar esses trabalhadores e organizá-los em cooperativas. Ela explicou que o processo de fechamento do antigo lixão envolveu várias instituições, incluindo a Defensoria Pública, o Ministério Público, a OAB e as secretarias municipais. Um projeto de lei foi aprovado na Câmara Municipal para amparar os agentes com indenizações durante a transição. Atualmente, está em andamento o processo de formação de cooperativas para os trabalhadores que atuavam no antigo lixão.







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