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Considero o fim da ‘saidinha’ um avanço legislativo, mas precisamos de muito mais”, afirmou a primeira-dama de MT, Virginia Mendes

A proposta agora permite a liberação apenas para atividades específicas, como a realização de cursos ou estudos

Data: 23/02/2024 - Por: Da Redação


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Com a aprovação unânime do projeto de lei no Senado, contabilizando 62 votos a favor e apenas 2 contrários nesta quarta-feira (21/02), a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, manifestou seu respaldo ao término das saídas temporárias, popularmente conhecidas como ‘saidinhas’. A proposta agora permite a liberação apenas para atividades específicas, como a realização de cursos ou estudos.

"Considero o fim das saidinhas um avanço legislativo, mas precisamos de muito mais. No caso da prerrogativa para estudar, os reeducandos podem fazer isso dentro do presídio, on-line e sem saidinha. Continuo a cobrar que é preciso leis mais rigorosas no combate à criminalidade em todas as circunstâncias”, declarou.

Virginia Mendes enfatizou que a medida não apenas fortalece a segurança pública, mas também reafirma o compromisso com a justiça e o respeito às vítimas. "É um passo decisivo na direção certa para garantir que a lei seja cumprida e que os direitos de todos sejam protegidos", destacou.

Embora a proposta esteja em tramitação no Congresso desde 2013, ganhou relevância nos últimos meses após o assassinato do policial militar Roger Dias por um detento beneficiado pela saidinha em Belo Horizonte, ocorrido em janeiro. Apesar de alguns especialistas argumentarem que o fim do benefício pode prejudicar a ressocialização dos presos, Virginia Mendes discorda, salientando que a prioridade é a segurança do cidadão.

“Acredito que o sistema deve se concentrar em medidas eficazes de ressocialização dentro dos limites do ambiente prisional, garantindo ao mesmo tempo a proteção da sociedade e o respeito às vítimas e seus direitos. Sabemos que existe risco, porque alguns abusam dessa liberdade temporária para cometer novos delitos, colocando em perigo a segurança pública”, observou.







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